terça-feira, 17 de abril de 2012
The Only Exception
PARAMORE
When I was younger I saw
My daddy cry and curse at the wind
He broke his own heart and
I watched as he tried to reassemble it
And my momma swore that she would
Never let herself forget
And that was the day that I promised
I'd never sing of love if it does not exist
But darling...
You are the only exception
You are the only exception
You are the only exception
You are the only exception
Maybe I know somewhere deep in my soul
That love never lasts
And we've got to find other ways
To make it alone or keep a straight face
And I've always lived like this
Keeping a comfortable distance
And up until now I had sworn to myself
That I'm content with loneliness,
Because none of it was ever worth the risk
Well you are the only exception
Well you are the only exception
Well you are the only exception
Well you are the only exception
I've got a tight grip on reality,
But I can't let go of what's front of me here
I know you're leaving in the morning, when you wake up,
Leave me with some kind of proof it's not a dream
Whooa...
You are the only exception
You are the only exception
You are the only exception
You are the only exception
You are the only exception
You are the only exception
You are the only exception
You are the only exception
And I'm on my way to believing
Oh and I'm on my way to believing...
A Única Exceção
Quando eu era mais jovem eu vi
Meu pai chorar e xingar ao vento
Ele quebrou seu próprio coração e
Eu assisti enquanto ele tentava remontá-lo
E minha mãe jurou que
Jamais se deixaria esquecer
E aquele foi o dia em que eu prometi
Nunca iria cantar nada sobre amor se ele não existisse
Mas querido...
Você é a única exceção
Você é a única exceção
Você é a única exceção
Você é a única exceção
Talvez eu saiba em algum lugar no fundo da minha alma
Que o amor nunca dura
E nós temos que arranjar outros meios
De fazer isso sozinhos ou manter a cabeça erguida
E eu sempre vivi assim
Mantendo uma distância confortável
E até agora eu jurei pra mim mesma
Que eu era feliz com a solidão
Porque nada disso nunca valeu o risco
Mas você é a única exceção
Mas você é a única exceção
Mas você é a única exceção
Mas você é a única exceção
Eu tenho um forte controle sobre a realidade,
Mas não posso deixar o que está aqui diante de mim
Eu sei que você vai embora pela manhã, quando acordar
Me deixe com alguma prova de que isso não foi um sonho
Whooa...
Você é a única exceção
Você é a única exceção
Você é a única exceção
Você é a única exceção
Você é a única exceção
Você é a única exceção
Você é a única exceção
Você é a única exceção
E eu estou quase acreditando
Oh, e eu estou quase acreditando...
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Poemas de Lembranças
“...Eu deixo a vida como deixa o tédio
Do deserto, o poento caminheiro,
- Como as horas de um longo pesadelo
Que se desfaz ao dobre de um sineiro;
Como o desterro de minh’alma errante,
Onde fogo insensato a consumia:
Só levo uma saudade - é desses tempos
Que amorosa ilusão embelecia.
Só levo uma saudade - é dessas sombras
Que eu sentia velar nas noites minhas.
De ti, ó minha mãe, pobre coitada,
Que por minha tristeza te definhas!
Se uma lágrima as pálpebras me inunda,
Se um suspiro nos seios treme ainda,
É pela virgem que sonhei. que nunca
Aos lábios me encostou a face linda!
Só tu à mocidade sonhadora
Do pálido poeta deste flores.
Se viveu, foi por ti! e de esperança
De na vida gozar de teus amores.
Beijarei a verdade santa e nua,
Verei cristalizar-se o sonho amigo.
Ó minha virgem dos errantes sonhos,
Filha do céu, eu vou amar contigo!
Descansem o meu leito solitário
Na floresta dos homens esquecida,
À sombra de uma cruz, e escrevam nela:
Foi poeta - sonhou - e amou na vida...”
Álvares de AzevedoDo deserto, o poento caminheiro,
- Como as horas de um longo pesadelo
Que se desfaz ao dobre de um sineiro;
Como o desterro de minh’alma errante,
Onde fogo insensato a consumia:
Só levo uma saudade - é desses tempos
Que amorosa ilusão embelecia.
Só levo uma saudade - é dessas sombras
Que eu sentia velar nas noites minhas.
De ti, ó minha mãe, pobre coitada,
Que por minha tristeza te definhas!
Se uma lágrima as pálpebras me inunda,
Se um suspiro nos seios treme ainda,
É pela virgem que sonhei. que nunca
Aos lábios me encostou a face linda!
Só tu à mocidade sonhadora
Do pálido poeta deste flores.
Se viveu, foi por ti! e de esperança
De na vida gozar de teus amores.
Beijarei a verdade santa e nua,
Verei cristalizar-se o sonho amigo.
Ó minha virgem dos errantes sonhos,
Filha do céu, eu vou amar contigo!
Descansem o meu leito solitário
Na floresta dos homens esquecida,
À sombra de uma cruz, e escrevam nela:
Foi poeta - sonhou - e amou na vida...”
Primeiro Beijo
Vivo sonhando acordada
Encontro teus lábios nos meus
Já não durmo direito
Sonhando com o beijo teu
Encontro teus lábios nos meus
Já não durmo direito
Sonhando com o beijo teu
Meu corpo te quer em mim
O resto da noite sem fim
Um eterno pecado
Seu corpo no meu colado
Sentindo cada sabor
Do primeiro beijo de amor
O resto da noite sem fim
Um eterno pecado
Sentindo cada sabor
E da noite de amor
Os corpos encaixados
Carinhos ousados
Seu beijo me dá asas
Me leva ao paraíso
Os corpos encaixados
Carinhos ousados
Seu beijo me dá asas
Me leva ao paraíso
Vendo o sol chegar
Quero de novo te beijar
Não dá para esquecer
No corpo ficou marcado
Quero de novo te beijar
Não dá para esquecer
No corpo ficou marcado
Um canto florido
Perfume de flores
Carrego no corpo
Para te entregar meu amor
Perfume de flores
Carrego no corpo
Para te entregar meu amor
Me beija agora
Cansei da demora
Não espere outra noite
Venha me amar
O primeiro beijo
Até a noite acabar
Beija...
Cansei da demora
Não espere outra noite
O primeiro beijo
Até a noite acabar
Beija...
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